Rodas para casais grávidos

TEMA: Aspectos emocionais: Gestação, Parto e Puerpério

O período da gestação é a fase em que todas as mulheres são tomadas por um misto de sentimentos, expectativas, medo e ansiedade. Toda a atmosfera relacionada ao tornar-se mãe soma-se ao desejo de ser a melhor mãe e esposa, sem abandonar projetos da vida pessoal e profissional. Pensando nas dimensões mais subjetivas que envolvem o estado emocional, físico e as alterações hormonais inerentes a mulher no período da gestação, preparação para viver a experiência do parto e pós-parto, elaboramos uma proposta de curso para discutirmos algumas ambivalências e reflexões sobre as formas de enfrentamentos e superação para os novos desafios que chegam com o exame positivo sem perder a leveza e a certeza de que tudo valeu a pena.  

Subtemas:

• Crise existencial na gestação;
• Ser mãe e filha;
• Reconhecimento: como ficam os projetos profissionais e pessoais com a chegada do “meu novo ser”?;
• Reconfiguração: como tornar-se pais sem perder o projeto do casal?;
• Luto: eu não me reconheço neste novo lugar;
• A gestação e outras invenções:
• Ambiguidade em tornar-se mãe;
• Mãe solo e maternidade real;
• Representação da gravidez na mídia;
• Subjetividade: ideias, valores, visões de mundo;
• Os Medos, insegurança e a Ansiedade;
• O medo do parto, malformação fetal, da morte, intensidade do desconforto físico;
• Aborto, mudanças no humor por conta dos hormônios, alterações no corpo;
• Pensamentos negativos;
• Nasce um bebê, nasce uma mãe e a culpa;
• Introspecção, alteração do desejo e desempenho sexual, preocupação com a saúde do bebê;
• As responsabilidades que chegam junto com o bebê e a mudança da rotina;
• Preocupação em assumir o papel materno;
• Você tem medo de quê?
• “A maternidade e o encontro com a própria sombra”;
• Ensaios e visualizações- É importante que o casal mentalize, se conectem e juntos elaborem os desejos para viverem o momento tão esperado. Atraindo positivamente e boas energias.
• A mulher que fui: “Elas ficam sozinhas o dia todo, desmanchando-se e tentando encontrar no espelho aquela mulher que recordam ter sido”;

• Da solidão ao encontro com a própria sombra: “a desestruturação emocional causada pelo nascimento do filho, a falta de uma rede social, o homem como único interlocutor e os imperativos sociais que manipulam os fios das decisões pessoais e familiares”;
• A ausência da referência de comunidade: “O aparente rompimento do vínculo de casal, os desacordos familiares, a solidão, a falta de referências, o distanciamento afetivo das pessoas que acreditávamos serem as mais próximas e um bebê que chora sem parar”;
• Ressignificando a maternidade e a paternidade: “precisamos disponibilizar recursos que permitam ao casal se aliviar concretamente das obrigações cotidianas, de modo que, até mesmo com um bebê no meio, ambos tenham tempo de dizer um ao outro o que está acontecendo com eles e possuam disponibilidade física e emocional para se amar”;
• Construindo estratégias de enfretamento diante das minhas angustias e inquietações;
• Manejo da ansiedade- Exercitando a mente através da meditação relaxando e mentalizando energias positivas. • Sistema de crenças- Desmistificando a nossa impotencialidade de parir e maternar. Repensando os padrões impostos pela sociedade.
• Controle dos desconfortos- Buscando junto ao parceiro maneiras de adaptação habitual no lar. Pois o corpo da gestante estará fisiologicamente trabalhando em prol do gestar, proporcionando assim mais cansaço.
• Informação- Através da informação os futuros pais conseguem visualizar o leque de escolhas que possuem e assim se preparam para os grandes momentos. Com informação, todo o processo será esperado sem surpresas, trazendo calma e segurança.

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4003-1994

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